Microagulhamento
Revisado por Dra. Ana Elisa Brito Vilibor, dermatologista — CRM-SP 117811 · RQE 32407 · Sociedade Brasileira de Dermatologia
Representa a evolução do tradicional método de microagulhamento por associar a radiofrequência às agulhas.
Operado através de disparos sincronizados pelo aparelho Agnis, traz aplicações com cobertura homogênea e eficaz.
Como funciona
O microagulhamento cria microperfurações controladas na pele. Esse estímulo mínimo e organizado aciona o processo natural de reparo, que envolve a produção de colágeno novo — é essa resposta, e não a agulha em si, que produz o resultado.
Ao acrescentar radiofrequência, o calor é entregue na profundidade escolhida, dentro da derme, poupando a superfície da pele. Isso permite tratar camadas mais profundas com menos tempo de recuperação do que técnicas que agridem a superfície.
Para que é indicado
- Cicatrizes de acne
- Melasma
- Estrias
- Poros dilatados
- Rugas finas
A indicação e o número de sessões variam conforme a queixa, a profundidade das lesões e o tipo de pele — cicatriz de acne profunda e poro dilatado, por exemplo, pedem ajustes diferentes de profundidade e energia.
Como é a sessão
A pele é limpa e recebe anestésico tópico antes do procedimento, o que torna a sessão bem tolerada. A aplicação é feita por disparos, área por área, garantindo cobertura uniforme.
Logo após, a pele fica avermelhada e com sensação de calor, parecida com a de uma exposição solar. É esperado.
Recuperação
Com recuperação rápida (em média 3 dias), a vermelhidão diminui progressivamente. Nos primeiros dias é importante manter a pele hidratada, usar protetor solar com rigor e evitar ácidos, esfoliantes e exposição solar direta.
O resultado é progressivo: como depende da produção de colágeno novo, aparece ao longo de semanas e continua evoluindo entre uma sessão e outra.
Quando não é indicado
O procedimento não é feito sobre pele com infecção ativa, lesões de herpes em fase aguda ou acne inflamatória em atividade — nesses casos, trata-se primeiro a condição de base. Também não é indicado na gestação.
Cada caso é avaliado individualmente. No melasma, em particular, a escolha da técnica exige cautela: calor em excesso pode piorar a mancha, e por isso os parâmetros são ajustados de forma conservadora.
Perguntas frequentes
Como o microagulhamento funciona?
Cria microperfurações controladas que acionam o processo natural de reparo da pele, com produção de colágeno novo. É essa resposta, e não a agulha em si, que produz o resultado.
O que a radiofrequência acrescenta?
O calor é entregue na profundidade escolhida, dentro da derme, poupando a superfície da pele. Isso permite tratar camadas mais profundas com menos tempo de recuperação.
Para que o microagulhamento é indicado?
Cicatrizes de acne, melasma, estrias, poros dilatados e rugas finas. O número de sessões varia conforme a queixa, a profundidade das lesões e o tipo de pele.
Quanto tempo dura a recuperação?
Em média 3 dias. Nos primeiros dias é importante manter a pele hidratada, usar protetor solar com rigor e evitar ácidos, esfoliantes e exposição solar direta.
Quando não é indicado?
Sobre pele com infecção ativa, herpes em fase aguda ou acne inflamatória em atividade — nesses casos trata-se primeiro a condição de base. Também não é indicado na gestação.
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